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18 dezembro 2021

Resenha - Destruidor de Mundos, Victoria Aveyard



Livro:
 Destruidor de Mundos (Realm Breaker #1)
Autor(a): Victoria Aveyard
Editora: Seguinte
Páginas: 560
Adquira: Amazon
Livro cedido através da parceria com a editora

Ano após ano, Corayne assiste sua mãe, uma célebre pirata, partir para o alto-mar e desbravar todos os reinos de Todala, sem jamais poder acompanhá-la. Quando um misterioso imortal e uma assassina de aluguel aparecem dizendo que ela é a última descendente viva de uma poderosa linhagem ― e a única pessoa capaz de salvar o mundo de um perigo iminente ―, ela aproveita a chance para ir em busca de sua própria aventura. O problema é que o perigo é muito maior do que ela imaginava: um homem sedento por poder, determinado a reabrir os portais que, no passado, levavam para outros mundos, povoados por criaturas sinistras. Com a ajuda de um grupo de bandidos e maltrapilhos, Corayne terá de provar que o heroísmo pode surgir até nos lugares mais inesperados.


Ninguém espera que os heróis fracassem em sua missão de salvar o mundo, porque esse cenário não é amplamente explorado. E mesmo os que não são meros mortais, estão suscetíveis a encontrar alguém mais forte ou inteligente. Pois bem, em Todala eles foram superados por uma dupla sagaz, determinada a reabrir os portais de acesso a outros mundos e, com isso, levar o fim de tudo o que se conhece.

A esperança de alguns recai em Corayne, a filha de uma conhecida pirata, que vai embarcar nessa ao lado de um grupo nada convencional.

Eu gosto muito da criatividade da Victoria Aveyard para desenvolver nações, culturas e relações, mas acho que ela se empolgou demais em Destruidor de Mundos. O primeiro livro de uma série de fantasia nunca é fácil ou rápido. São muitas informações a serem absorvidas! Nessa narrativa temos também muitas frentes e, por conta disso, muitos personagens. Eu abandonei e retomei essa história umas boas cinco vezes. Isso antes de passar do capítulo 1. O que já tinha alto potêncial para ser arrastado fica ainda pior quando tudo é altamente descrito. Então a história demora para engrenar, MUITO. Mas depois até que vale a pena.

O trio de personagens principais é formado por Corayne, Dom e Sorasa. DIficil dizer qual deles me agradou mais. Corayne, que sempre viu a mãe embarcando em aventuras, tem usa primeira chance de viver a aventura dela, mas que não é só isso, afinal, ela tem uma baita responsabilidade Sorasa é o perigo em forma de mulher. Ela mostra quem é nos detalhes, de forma natural e fluida. Vibrei em diversas de suas cenas, inclusive nos embates com Dom. Mas acreditem, existem muitos outros personagens.

Eu não sei o que esperar da continuação, e sinceramente estou me preparando para ler apenas se estiver num ritmo muito bom de leitura. Está previsto para sair no Brasil em Agosto desse ano., vamos aguardar rs.


19 outubro 2019

Resenha - Trono Destruído, Victoria Aveyard


Livro: Trono Destruído (A rainha vermelha #4.5)
Autor(a): Victoria Aveyard
Editora: Seguinte
Páginas: 504
Adquira: Amazon
Livro cedido através da parceria com a editora
Nesta coletânea, que encerra a série A Rainha Vermelha, você vai descobrir mais sobre o universo avassalador da saga que já vendeu mais de meio milhão de exemplares no Brasil. Trono Destruído é uma coletânea especial para todos os leitores da série best-seller de Victoria Aveyard que ficaram com vontade de passar mais tempo com os personagens depois do fim de Tempestade Guerra. Com design especial, o livro traz os dois contos já publicados ("Canção da Rainha" e "Cicatrizes de Aço"), além de quatro histórias inéditas que darão aos leitores mais um vislumbre de seus personagens favoritos e a chance de conhecer caras novas. O volume conta ainda com mapas exclusivos, bandeiras, registros sobre a história de Norta e muito mais!

Aveyard é daquele tipo de autor que não se importa com o coração do leitor. Ela não tem pena de nos fazer se apaixonar por seus personagens, nem de matá-los. E, convenhamos, acabou dividindo o público ao longo da sua série. Para mim, Rainha Vermelha foi uma das melhores distopia que li e, apois essa coletânea de contos, posso dizer que seu lugar está totalmente assegurado.

Em meio às histórias já conhecidas da Rainha Coriane e da Capitã Farley - que eu achei desnecessário estarem inclusas aqui - somos presenteados com arquivos saídos direto dos estudos de Julian, a história de duas nobres prateada fugitivas - uma de Norta e outra de Lakeland e, enfim, o reencontro de Mare e Cal.

09 novembro 2018

Resenha - Tempestade de Guerra, Victoria Aveyard


Livro: Tempestade de guerra (A Rainha Vermelha #4)
Autor(a): Victoria Aveyard
Editora: Seguinte
Páginas: 702
Adquira: Amazon
Livro cedido através da parceria com a editora
Mare Barrow aprendeu rápido que, para vencer, é preciso pagar um preço muito alto. Depois da traição de Cal, ela se esforça para proteger seu coração e continuar a lutar junto aos rebeldes pela liberdade de todos os vermelhos e sanguenovos de Norta. A jovem fará de tudo para derrubar o governo de uma vez por todas — começando pela coroa de Maven. Mas nenhuma guerra pode ser vencida sem ajuda, e logo Mare se vê obrigada a se unir ao garoto que partiu seu coração para derrotar aquele que quase a destruiu. Cal tem aliados prateados poderosos que, somados à Guarda Escarlate, se tornam uma força imbatível. Por outro lado, Maven é guiado por uma obsessão profunda e fará qualquer coisa para ter Mare de volta, nem que tenha que passar por cima de tudo — e todos — no caminho.


ESSA RESENHA NÃO POSSUI SPOILER DO LIVRO ANTERIOR.
LEIA AS RESENHAS DE A RAINHA VERMELHA, ESPADA DE VIDRO, COROA CRUEL. E A PRISÃO DO REI.


O caos ameaçava se instaurar em Norta antes mesmo do início da briga pelo trono, protagonizada pelos irmãos Calore. A Guarda Escarlate reivindicava a liberdade dos vermelhos, algumas casas prateadas buscavam a própria coroa, os países vizinhos queriam expandir seus territórios... No meio disso tudo estava um garoto treinado para herdar a coroa, um general de guerra, um homem com o coração partido.

21 junho 2017

Resenha - A prisão do rei, Victoria Aveyard


Livro: A prisão do rei (A rainha vermelha #3)
Autor(a):Victoria Aveyard
Editora: Seguinte
Páginas: 552
Adquira: Saraiva
Livro cedido através da parceria com a editora
Mare Barrow foi capturada e passa os dias presa no palácio, impotente sem seu poder, atormentada por seus erros. Ela está à mercê do garoto por quem um dia se apaixonou, um jovem dissimulado que a enganou e traiu. Agora rei, Maven continua com os planos de sua mãe, fazendo de tudo para manter o controle de Norta — e de sua prisioneira. Enquanto Mare tenta aguentar o peso sufocante das Pedras Silenciosas, o resto da Guarda Escarlate se organiza, treinando e expandindo. Com a rebelião cada vez mais forte, eles param de agir sob as sombras e se preparam para a guerra. Entre eles está Cal, um prateado em meio aos vermelhos. Incapaz de decidir a que lado dedicar sua lealdade, o príncipe exilado só tem uma certeza: ele não vai descansar enquanto não trouxer Mare de volta.

ESSA RESENHA PODE POSSUIR SPOILER DOS LIVROS ANTERIORES.
LEIA AS RESENHAS DE A RAINHA VERMELHA, ESPADA DE VIDRO
E COROA CRUEL.


Para salvar a vida de seus aliados, Mare Barrow precisou sacrificar sua própria liberdade. Mais uma vez, ela se encontra sob o poder de um rei tirano, sendo usada como peça estratégica de um jogo político e obrigada a mentir para seus iguais para continuar viva. Do lado de fora do castelo, a Guarda Escarlate continua inflando a revolução. Seu objetivo é que uma guerra civil entre os prateados exploda em breve e, para isso, eles irão se aliar a quem for necessário.

- Uma cela é uma cela, não importa como você a decore.

Entre todos os livros da série, esse é o que apresenta menos constância no ritmo da narrativa. E ao mesmo tempo em que a monotonia de alguns trechos se torna um ponto negativo, também é algo positivo. Pode parecer contraditório, mas vou tentar explicar. É durante esse momentos que conhecemos de forma mais profunda os personagens, como suas motivações e seus medos.

Não escondo minha paixão por Cal, mas nunca perdi totalmente o interesse em seu irmão mais novo. Os acontecimentos do livro anterior me deixaram com várias perguntas sem resposta, muitas das quais são respondidas nesse livro. Eu amei Maven no início, para logo depois odiá-lo e nesse momento, conhecendo o como a autora nos da a chance de conhecer, só consigo sentir pena e um pouco de repulsa. O príncipe fadado à viver sob a sombra do irmão perfeito, é um crápula doente e extremamente carente.

Mare foi a única narradora da história até aqui. A perspectiva de outro personagens nunca fez falta para a compreensão da trama, mas logo que fechei Espada de Vidro, sabia que isso ia mudar. Com Mare passando a maior parte do livro em seu cárcere no palácio, precisávamos de alguém que nos contasse os movimentos por parte dos rebeldes e esse alguém é a Cameron. Achei extremamente interessante a autora ter fugido do óbvio, colocando como narrador um dos personagens mais neutros no meio dessa guerra.

Cameron nunca jurou lealdade a Guarda Escarlate. Sua motivação para continuar ao lado deles era totalmente particular e ela nunca escondeu de ninguém que não pretendia morrer por aquela causa. Mesmo que as conquistas da Guarda lhe beneficiassem diretamente. Ela desconfiava de qualquer prateado que estivesse ao lado da revolução, inclusive Cal. Só que eles tinham mais em comum do que admitiriam.

A outra perspectiva fica por conta da prateada Evangeline. Assim como Cal foi criado para se tornar o rei, ela foi criada para se tornar a rainha de Norta. Sempre ameaçadora e fechada, sua postura exalava o poder que ela sabia que tinha. Conhecer mais sobre ela e sua família, permite ao leitor conhecer uma faceta da personagem que não seria possível caso ela não assumisse a narrativa. Ela também é responsável por mostrar o quão frágil é essa sociedade.

Amor não é uma palavra que usamos. Sentimos, pensamos, mas não falamos. Parece algo tão definitivo, uma declaração da qual não se pode voltar atrás.

Se os jogos políticos estão mais presentes do que nunca, o romance também ganhou forças para sair das sombras. Foi necessário que ambos quase morressem para finalmente assumir o que sentiam. Não que isso fosse um segredo para os leitores, mas a história fica muito mais interessante quando os personagens começam a ser sinceros consigo mesmo. Só que essa exposição toda não aconteceu por acaso. O fortalecimento desse romance era essencial para a continuidade da série, e eles foram responsáveis por aquecer e destruir meu coração.

De acordo com o anunciado, falta apenas um livro pra série acabar e, depois de mais um desfecho arrebatador, estou começando a ficar com medo do que vou encontrar. Nesse momento eu coração está em pedacinhos e eu estou f-u-r-i-o-s-a com as escolhas de alguns personagens. Só consigo me perguntar por quê? A autora não podia fazer isso com a gente, não podia...

A Rainha Vermelha é uma das melhores series que já tive a oportunidade de ler. A cada livro, fico mais encantada com a capacidade da autora de criar intrigas. Se você ainda não conhece esse esse mundo onde as pessoas são divididas pela cor do sangue, está perdendo uma grande oportunidade.

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Valendo um exemplar de A Melodia Feroz.

04 junho 2017

Resenha - Espada de Vidro, Victoria Aveyard


Livro: A espada de vidro (A rainha vermelha #2)
Autor(a): Victoria Aveyard
Editora: Seguinte
Páginas: 496
Adquira: Saraiva
Se sou uma espada, sou uma espada de vidro, e já me sinto prestes a estilhaçar. O sangue de Mare Barrow é vermelho, da mesma cor da população comum, mas sua habilidade de controlar a eletricidade a torna tão poderosa quanto os membros da elite de sangue prateado. Depois que essa revelação foi feita em rede nacional, Mare se transformou numa arma perigosa que a corte real quer esconder e controlar. Quando finalmente consegue escapar do palácio e do príncipe Maven, Mare descobre algo surpreendente: ela não era a única vermelha com poderes. Agora, enquanto foge do vingativo Maven, a garota elétrica tenta encontrar e recrutar outros sanguenovos como ela, para formar um exército contra a nobreza opressora. Essa é uma jornada perigosa, e Mare precisará tomar cuidado para não se tornar exatamente o tipo de monstro que ela está tentando deter.

ESSA RESENHA PODE TER SPOILER DO LIVRO ANTERIOR.
LEIA AS RESENHAS DE A RAINHA VERMELHA E COROA CRUEL.


Mare Barrow se considerava uma garota esperta, mas sua breve hospedagem com a família real lhe mostrou o quanto ainda precisa aprender. Ela julgou as pessoas e usou quem entrava no seu caminho, mas nunca imaginou ser traída de uma forma tão avassaladora. Depois de quase pagar pelo seu erro com a própria vida, Mare precisa reunir toda sua força para não sucumbir diante dos novos desafios.

Na história do novo mundo, nunca se teve notícias de uma vermelha que tivesse qualquer tipo de poder, mas a revelação de que existiam outros sanguenovos escondidos na sociedade foi, ao mesmo tempo, reconfortante e amedrontadora. A perspectiva de não estar mais sozinha aliviava uma pressão que ela fingia não existir. Então Mare ia procurá-los, um por um. Sua determinação não era fruto apenas desse sentimento egoísta ou por saber que juntos eles formariam um exército capaz de enfrentar os prateados de igual para igual, mas porque ela queria protegê-los. Queria fazer por aquelas pessoas o que ninguém fez por ela.

22 maio 2017

Resenha - Coroa Cruel, Victoria Aveyard


Livro: Coroa Cruel (A rainha vermelha #0.5)
Autor(a): Victoria Aveyard
Editora: Seguinte
Páginas: 232
Adquira: Saraiva | Submarino
Duas mulheres uma vermelha e uma prateada contam sua história e revelam seus segredos. Em Canção da Rainha, você terá acesso ao diário da nobre prateada Coriane Jacos, que se torna a primeira esposa do rei Tiberias VI e dá à luz o príncipe herdeiro, Cal tudo isso enquanto luta para sobreviver em meio às intrigas da corte. Já em Cicatrizes de Aço, você terá uma visão de dentro da Guarda Escarlate a partir da perspectiva de Diana Farley, uma das líderes da rebelião vermelha, que tenta expandir o movimento para Norta e acaba encontrando Mare Barrow pelo caminho. Esta edição traz, ainda, um mapa de Norta e um trecho exclusivo de Espada de Vidro, o aguardado segundo volume da série A Rainha Vermelha.

ESSA RESENHA NÃO POSSUI SPOILER DO LIVRO ANTERIOR.
LEIA A RESENHA DE A RAINHA VERMELHA.


Quando somos fãs de uma história, qualquer informação adicional que o autor ofereça sobre aquele mundo, é devorado avidamente. Por isso digo que coroa cruel foi um presente de Victoria Aveyard para os seus fãs. O livro é composto por dois contos, também disponibilizados em ebook, que ocorrem antes dessa história e nos ajudam a entender melhor duas personagens secundárias importantes para o desenvolvimento da série. Além disso, o leitor que deveria estar desesperado com o desfecho de Rainha vermelha ganhou os quatro primeiros capítulos do livro subsequente e um mapa muito útil de Norta e seu arredores.

20 maio 2017

Resenha - A Rainha Vermelha, Victoria Aveyard


Livro: A rainha vermelha (#1)
Autor(a): Victoria Aveyard
Editora: Seguinte
Páginas: 424
Adquira: Saraiva Submarino
Uma sociedade definida pelo sangue. Um jogo definido pelo poder. O mundo de Mare Barrow é dividido pelo sangue: vermelho ou prateado. Mare e sua família são vermelhos: plebeus, humildes, destinados a servir uma elite prateada cujos poderes sobrenaturais os tornam quase deuses. Mare rouba o que pode para ajudar sua família a sobreviver e não tem esperanças de escapar do vilarejo miserável onde mora. Entretanto, numa reviravolta do destino, ela consegue um emprego no palácio real, onde, em frente ao rei e a toda a nobreza, descobre que tem um poder misterioso… Mas como isso seria possível, se seu sangue é vermelho? Em meio às intrigas dos nobres prateados, as ações da garota vão desencadear uma dança violenta e fatal, que colocará príncipe contra príncipe — e Mare contra seu próprio coração.


O mundo atual é dividido em monarquias, onde a cor do sangue define a posição de um indivíduo na sociedade. Os prateados, com seus poderes especiais, estão no topo da pirâmide, ocupando todas as posições de comando e vivendo no luxo proporcionado por seus criados. Os vermelhos são pessoas comuns, que trabalham até o esgotamento para manter o conforto dos superiores, enquanto suas próprias famílias apenas sobrevivem.


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