03 abril 2020

Resenha - Scarlet, Marissa Meyer


Livro: Scarlet (Crônicas Lunares #2)
Autor(a): Marissa Meyer
Editora: Rocco
Páginas: 480
Adquira: Amazon


Depois de Cinder, estreia de sucesso de Marissa Meyer e primeiro volume da série As Crônicas Lunares, que chegou ao concorrido ranking dos mais vendidos do The New York Times, a autora está de volta com mais um conto de fadas futurista. Scarlet, segundo livro da saga, é inspirado em Chapeuzinho Vermelho e mostra o encontro da heroína ciborgue que dá nome ao romance anterior com uma jovem ruiva que está em busca da avó desaparecida. Em uma trama recheada de ação e aventura, com um toque de sensualidade e ficção científica, Marissa Meyer prende a atenção dos leitores e os deixa ansiosos pelos próximos volumes da série.

Após a revelação de sua verdadeira identidade, Cinder foi aprisionada em Nova Pequim sob ordens do Imperador. Sua liberdade colocaria a segurança da Terra nas mãos da Rainha Levana, que propõe uma trégua de paz desde que Cinder seja enviada à Corte Lunar para responder por seus “crimes”.

Cinder sabe que não há chance de escapar em Luna, por isso quando a oportunidade de fugir surge, ela não pensa nas consequências e foge levando consigo o Capitão Carswell Thorne, um dos prisioneiros que cruza seu caminho.

Paralelamente, a trama se desenvolve na França, onde conhecemos Scarlet e sua busca incessante pelo paradeiro da avó. Atrás de pistas, seu caminho se cruza com o de Lobo, um lutador de rua que parece ter as informações que ela tanto necessita. E embora seus instintos gritem para manter-se longe desse homem sombrio e intrigante, Scarlet sabe que Lobo é sua maior chance para desvendar o desaparecimento da avó.

30 março 2020

Resenha - Mariana de Prodélia e o Grande Pássaro, Eduardo Hy Mussi


Livro: Mariana de Prodélia e o Grande Pássaro
Autor(a): Eduardo Hy Mussi
Editora: Pandorga
Páginas: 304
Adquira: Amazon


A grande ambição de Mariana é ser uma pintora profissional em Vóia, cidade repleta de artistas. Infelizmente, sua empreitada é interrompida logo no início e ela se vê sem dinheiro e sem auxílio, perdida no meio do nada. Surge, então, o misterioso Conde de Avenalhes, que lhe oferece abrigo em sua mansão e uma ajuda financeira irrecusável: a encomenda de uma pintura. Mariana torna-se hóspede do conde e, durante esse período, entre uma pincelada e outra, descobre mais sobre o Condado de Avenalhes e seus moradores. A artista é apresentada a uma família esnobe, conhece uma livreira de poucas palavras, faz amizade com um jovem arqueiro que, assim como ela, tem um grande sonho, e toma conhecimento da Lenda da Criatura da Floresta do Oito, com quem fica cara a cara.



Mariana deixou Prodélia em busca de autonomia, ela queria viver de sua arte e desenvolver seu talento como pintora, o que seria impossível se permanecesse na cidadezinha rural onde cresceu. Seus pais, embora não a incentivassem, não a impediram quando o momento chegou. O talento de Mariana era perceptível, no entanto, seria preciso coragem e determinação para seguir sozinha.

Vóia, a capital conhecida pelas inúmeras galerias e oportunidades artísticas era o seu destino. O que Mariana não imaginava era ver seus planos interrompidos de forma tão prematura. Sem recursos e longe de casa, o caminho da jovem pintora se cruza com o do misterioso Conde de Avenalhes, um homem de gosto peculiar que lhe oferece abrigo e a chance de se reerguer financeiramente.

Hospedada na suntuosa mansão do conde, Mariana é encarregada de pintar uma grande tela para o acervo de seu benfeitor. O trabalho remunerado garantirá que seu plano de seguir para Vóia seja alcançado. Porém, à medida que o Condado de Avenalhes, bem como seus moradores e lendas despertam a curiosidade de Mariana, a conclusão da tela torna-se cada dia mais lenta, o que não parece incomodar o conde, pelo contrário. Mas seriam as intenções desse bondoso homem genuínas?

Me encantei com esse livro em todos os aspectos: título, capa e uma sinopse que promete aventura, sonhos e mistério. Diferente das mocinhas ao qual estamos habituados, Mariana não precisa de um príncipe para resgatá-la, ela é corajosa, madura e conhece seu potencial. Sua felicidade não está atrelada a elogios, facilidades ou a alguém, mas em conquistar seu espaço por mérito próprio.

Outro ponto alto da história foi a forma como o autor inseriu magia na trama, tornando a obra quase um conto de fadas e revelando o lado sombrio de seus personagens aos poucos, o que rendeu uma reviravolta inesperada.

Mariana de Prodélia e o grande pássaro é uma história sobre empatia, destino, amizade, força de vontade e a capacidade de enxergar a beleza no outro, independente dos rótulos. É sobre ir atrás daquilo que acredita, sair da zona de conforto e seguir sua intuição.


24 março 2020

Lançamentos da Editora Intrínseca (Março/2020)



1793
, Niklas Natt Och Dag

Em seu romance de estreia, o sueco Niklas Natt och Dag cria um retrato vívido da sombria Estocolmo do final do século XVIII. Estamos no outono de 1793. Logo pela manhã, ainda de ressaca, o sentinela Mickel Cardell é alertado sobre um corpo que foi encontrado flutuando nas águas fétidas do lago da Ucharia. Os esforços para identificar o cadáver totalmente mutilado são confiados ao incorruptível advogado Cecil Winge, que pede a ajuda de Cardell para resolver o caso. O tempo, no entanto, é curto: a saúde de Winge é frágil, a situação política do país, instável e, pelas esquinas, proliferam paranoia, violência e conspirações. Winge e Cardell mergulham nas sarjetas de um mundo brutal de ladrões, mercenários e aristocratas corrompidos. De um filho de fazendeiro percorrendo um caminho traiçoeiro ao procurar fortuna na capital a uma jovem órfã enviada para uma casa de correção por um pároco impiedoso, a complexa investigação passará pelas muitas camadas de uma sociedade corrupta. Ricos e pobres, bons e maus, vivos e mortos: o cadáver retirado do lago pode comprometer e fundir todos esses mundos. Ousado e brilhante, 1793 é um noir histórico eletrizante que, a cada página, torna-se ainda mais perturbador.


               Princípios para o sucesso, Ray Dalio


Princípios para o sucesso extrai o que há de melhor do best-seller de quase 600 páginas de Ray Dalio, Princípios: Vida e Trabalho, em um formato fácil de ler e divertido, acessível a leitores de todas as idades. A obra contém os elementos essenciais dos princípios não convencionais que ajudaram Dalio — copresidente da Bridgewater Associates, a maior e mais eficaz empresa de fundos hedge da atualidade — a se tornar uma das pessoas mais bem-sucedidas do mundo.Um guia ilustrado que ensinará o leitor a estabelecer metas, aprender com os erros e colaborar com outras pessoas para produzir resultados excepcionais, além de ajudá-lo a obter sucesso e alcançar seus objetivos de vida.


A convenção das aves
, Ranson Riggs

A série O lar da srta. Peregrine para crianças peculiares é sucesso no Brasil e no mundo, tendo figurado na lista de mais vendidos e alcançado a marca de meio milhão de exemplares. Na aguardada continuação da história, vamos acompanhar os perigos que cercam o futuro do universo peculiar. Em A Convenção das Aves, novo capítulo da série criada por Ransom Riggs, a jornada de Jacob pelo perigoso e surpreendente mundo peculiar dos Estados Unidos se transforma numa corrida contra o tempo. Ao lado dos amigos, ele se envolve em uma misteriosa missão: precisa salvar a jovem Noor Pradesh e levá-la até uma mulher poderosa e enigmática conhecida apenas como V. Noor parece ser a chave de uma profecia antiga que prevê um apocalipse que destruirá tudo e todos. Em seu leito de morte, H. confessa a Jacob que ela será “uma dos sete que emanciparão os peculiares”. Mas quem são os sete? E do que — ou de quem — eles serão emancipados? Os questionamentos são muitos, mas a mensagem é clara: Salve Noor, salve os peculiares. Mais do que nunca, eles precisarão se unir, embrenhando-se por mundos desconhecidos enquanto tentam decifrar a profecia e descobrir os planos malignos dos etéreos. Enquanto isso, a srta. Peregrine e as outras ymbrynes se veem em meio a negociações de paz com os clãs norte-americanos, buscando a todo custo evitar que uma guerra seja deflagrada e que o mundo peculiar sofra as consequências irreversíveis desse conflito. Eles só não contavam que um de seus maiores inimigos talvez esteja se preparando para um retorno triunfal. E aterrorizante. Numa edição em capa dura com sobrecapa, ilustrada com as fotos mais sombrias do acervo pessoal do autor, A Convenção das Aves vai conquistar novos leitores e encantar os fãs, preparando-os para o emocionante desfecho da saga, que está cada vez mais próximo.


                                     Território Lovecraft, Matt Ruff



Nos Estados Unidos segregados da década de 1950, Atticus é um rapaz negro, veterano da Guerra da Coreia, fã de H. P. Lovecraft e outros escritores de pulp fiction. Ao descobrir que o pai desapareceu, ele volta à cidade natal para, com o tio e a amiga, partir em uma missão de resgate. Na viagem até a mansão do herdeiro da propriedade que mantinha um dos ancestrais de Atticus escravizado, o grupo enfrentará sociedades secretas, rituais sanguinolentos e o preconceito de todos os dias. Ao chegar, Atticus encontra seu pai acorrentado, mantido prisioneiro por uma confraria secreta, que orquestra um ritual cujo personagem principal é o próprio Atticus. A única esperança de salvação do jovem, no entanto, pode ser a semente de sua destruição — e de toda a sua família. E esta é apenas a primeira parada de uma jornada impressionante. Estruturado ao mesmo tempo como uma coletânea de contos e um romance, Território Lovecraft apresenta, além de personagens memoráveis, elementos sobrenaturais, como casas assombradas e portais para outras realidades, objetos enfeitiçados e livros mágicos. Um retrato caleidoscópico do racismo — o fantasma que até hoje assombra o mundo —, a obra de Matt Ruff une ficção histórica e pulp noir ao horror e à fantasia de Lovecraft para explorar os terrores da época de segregação racial nos Estados Unidos.


Terra Americana
, Jeanine Cummins

Em uma agradável vizinhança de Acapulco, um massacre. Uma chacina vitima dezesseis membros de uma mesma família, durante uma festa de quinze anos. Os únicos sobreviventes são Lydia e seu filho Luca, de oito anos. O marido de Lydia, Sebastián, foi o jornalista responsável pelo perfil jornalístico do homem que controla o cartel de drogas mais poderoso da cidade. E agora, como a maioria dos seus parentes, ele também está morto. Lydia acredita ter sua parcela de culpa. O homem gentil e erudito que passou a frequentar a livraria que ela administra não é apenas um sujeito de meia-idade interessado em literatura. É Javier, o narcotraficante que comanda o cartel. Agora, Lydia sabe que precisa fugir com seu filho para muito longe e o mais rápido possível. Instantaneamente transformados em migrantes, os dois dão início a uma longa jornada em direção aos Estados Unidos, aparentemente o único lugar que o poder de Javier não alcança. À medida que se juntam às inúmeras pessoas que tentam uma vida melhor fora do país, e enfrentam todos os obstáculos e perigos dessa viagem que deixa uma infinidade de vítimas pelo caminho, Lydia descobre que todos ali estão fugindo de algo. Repleto de suspense e impactante, Terra americana tem personagens cativantes, cujas histórias fazem refletir sobre o heroísmo e a generosidade das pessoas que arriscam tudo para ter um lugar em que possam viver com dignidade. Escolhido para o clube do livro da Oprah, o romance já teve os direitos de adaptação cinematográfica adquiridos.


           Como o cérebro cria, David Eagleman/ Anthony Brandt

O que guarda-chuvas, sinfonias, viagens espaciais, estádios de futebol, os quadros de Picasso e o calendário têm em comum? Todos foram concebidos, desenvolvidos e aperfeiçoados pelo poder da criatividade humana. Em um passeio pelas criações que tornaram o mundo o que ele é hoje, o compositor Anthony Brandt e o neurocientista David Eagleman explicam os elos entre a criatividade na arte, na ciência e na tecnologia e mostram as rotinas básicas do “software da inovação” em funcionamento. Descrevendo as ferramentas e as estratégias responsáveis pela irrefreável inventividade de nossa espécie, Como o cérebro cria oferece inúmeros exemplos de como todos os atos criativos resultam das mesmas operações cerebrais aplicadas a algo que já existia. Neste mergulho profundo na mente criativa, Eagleman e Brandt tentam responder à pergunta: O que está por trás da capacidade — e do desejo — dos seres humanos de inventar? Ao mesmo tempo uma celebração do espírito humano e um vislumbre de como podemos melhorar o futuro ao abraçarmos nossa criatividade, o livro apresenta surpresas e curiosidades, além de dicas sobre como produzir ideias de sucesso.


Coragem
, Raina Telgemeier


A jovem Raina está com um probleminha. Ela acordou com uma dor estranha na barriga. Sua mãe também, então talvez seja só uma virose. Até aí tudo bem, acontece. É só descansar. No entanto, quando Raina volta para a escola, surgem mais problemas. A tal dor causa um enjoo que não passa, e agora ela está cheia de preocupações: medo de comer, de perder as amigas, dos trabalhos da escola e de uma palavrinha em especial, um terror que começa com a letra “v”. Para completar, ela tem que lidar com a família caótica e com uma menina que vive implicando com ela, além dos colegas de turma, que só querem saber de nojeiras. Cada dia traz um novo receio para Raina. Ela só tem 10 anos, e talvez seja um pouco complicado lidar com tudo isso sozinha. Felizmente sua família percebe que há algo avassalador e paralisante tomando conta dela: a ansiedade. Então, com a ajuda dos pais e da terapeuta, Raina vai descobrir que uma dorzinha pode esconder nossos maiores medos, e que é preciso coragem para dominá-los. Em Coragem, a premiada cartunista Raina Telgemeier traça, com base em suas experiências, os desafios de crescer. Em uma edição belamente ilustrada e colorida, o livro explora todo o desconforto do amadurecimento e mostra como o medo e a ansiedade afetaram a infância da autora.

18 março 2020

Resenha - Cinder, Marissa Meyer


Livro: Cinder (Crônicas Lunares #1)
Autor(a): Marissa Meyer
Editora: Rocco
Páginas: 448
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Num mundo dividido entre humanos e ciborgues, Cinder é uma cidadã de segunda classe. Com um passado misterioso, esta princesa criada como gata borralheira vive humilhada pela sua madrasta e é considerada culpada pela doença de sua meia-irmã. Mas quando seu caminho se cruza com o do charmoso príncipe Kai, ela acaba se vendo no meio de uma batalha intergaláctica, e de um romance proibido, neste misto de conto de fadas com ficção distópica.Primeiro volume da série Crônicas Lunares, Cinder une elementos clássicos e ação eletrizante, num universo futurístico primorosamente construído.



Em um mundo futurístico divido entre humanos e ciborgues, Cinder é considerada uma cidadã de segunda classe. Metade humana e metade ciborgue, a garota foi adotada por um cientista que faleceu sem deixar respostas. Seu passado é um mistério e sua atual realidade consiste em se desdobrar entre o trabalho como mecânica e suprir as necessidades da madrasta e de suas meias-irmãs. Mas por mais que se esforce, as humilhações dentro e fora de casa são constantes. O que só piora quando sua meia-irmã é infectada por um vírus mortal e Cinder é considerada culpada.

12 março 2020

Resenha - Tudo Por Amor, Judith McNaught


Livro: Tudo por amor
Autor(a): Judith Mcnaught
Editora: Bertrand
Páginas: 602
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Professora respeitada em sua pequena cidade no Texas, Julie Mathison vive apaixonadamente seus ideais. Criada num lar adotivo, a jovem sente-se determinada a retribuir todo o amor e a bondade recebidos. Nada, nem ninguém, seria capaz de destruir a vida perfeita que havia alcançado. Depois de fugir da prisão, Zachary Benedict, um ex-ator e diretor que teve a vida e a carreira destruídas após ser equivocadamente condenado pela morte da mulher, sequestra Julie e a força a levá-lo a seu esconderijo nas montanhas do Colorado. Nenhum dos dois poderia imaginar que estariam embarcando na viagem de suas vidas...


Julie Mathison é uma respeitada professora de uma cidadezinha do Texas. Seu início de vida foi difícil, motivo pelo qual sempre será grata a família que lhe acolheu em um lar adotivo cheio de amor. E é por isso que aos 26 anos seu objetivo de vida é retribuir toda a afeição e oportunidade recebidas, incentivando seus alunos do ensino primário e alfabetizando uma turma de mulheres inferiorizadas e subjugadas pelas circunstâncias da vida. Mas do que dar uma segunda chance para suas alunas, Julie quer restaurar a confiança e dignidade que cada uma perdeu.
Zachary Benedict é um ex-ator e diretor que viu toda a sua fama e glória arruinados após ser condenado pelo assassinato de sua esposa infiel. Depois de 5 anos pagando por um crime que alega não ter cometido, ele consegue fugir da prisão. E é nesse momento que sua vida se entrelaça com a da jovem professora. Refém de um assassino, Julie arquiteta os mais mirabolantes planos para escapar da posse de seu captor, mas é durante uma dessas tentativas que sua percepção sobre Zach muda. Seria ele inocente ou culpado do crime ao qual foi condenado?

Judith McNaught é conhecida por seus romances de época polêmicos. Amada por uns e nem tanto por outros, é inegável dizer que a escrita fluída e envolvente da autora, independente do desenvolvimento de suas histórias, é um dos pontos altos em seus livros. E em Tudo por Amor não foi diferente. Nesse romance contemporâneo, McNaught nos apresente uma trama recheada de suspense, que também possui elementos polêmicos, mas que ganha o leitor a medida que a construção da trama é apresentada.

Julie e Zach são personagens bem delineados e com uma grande carga emocional, ela já curada, mas ele com feridas abertas e dores difíceis de superar. Me encantei com a bondade de Julie e sua capacidade de enxergar verdade e esperança, independente dos julgamentos alheios. Mas foi Zach e seu coração carregado de magoa e descrente de amor que me fez derramar muitas lágrimas.

Tudo por amor é um livro que fala sobre bondade, cura e esperança. Mostra que a confiança fortalece e que o amor floresce, até mesmo nos momentos mais inesperados.

09 março 2020

Lançamentos da Faro Editorial (Março/ 2020)



Alta tensão
, Lauren Blakely

Ele nunca teve medo de se aventurar e correr riscos... mas uma paixão pode ser o grande teste de sua vida. Prepare-se para se apaixonar por mais um dos personagens da autora Lauren Blakely. Com histórias contadas do ponto de vista masculino, Lauren arrebata leitores pelo mundo e agora nos apresenta o irresistível Patrick. As mulheres costumam dizer que não é fácil encontrar um homem bom. E, encontrar um homem bom e que só de chegar perto as deixa sem ar, é ainda mais difícil. É por isso que sou um ótimo partido: bom, másculo, bem servido e, NOVIDADE, também estou pronto para largar as noitadas! Mas eu precisava desejar uma mulher que mora do outro lado do país? E, como se não bastasse, a irmã do meu amigo! Ponho na cabeça que lidar com isso é simples: tudo que tenho que fazer é resistir, me manter afastado o máximo possível... e eu tento, juro que tento, só que nem sempre funciona. Então ela resolve contratar minha empresa de turismo para fazer trilhas ao ar livre e meu plano de resistência será posto à prova. À luz das estrelas, no meio de uma floresta e dividindo a mesma barraca, até mesmo um homem focado como eu, pode perder o controle.



               Deixei meu coração em modo avião, Fabíola Simões

“Hoje é o dia para você não alimentar expectativas, nem tentar controlar o que não pode, ou se culpar por aquilo que não depende só de você. Desligue o wi-fi do seu coração”
Neste livro, a autora do blog “A soma de todos os afetos” mostra porque arrebata seguidores pelas redes sociais. São mais de 2,5 milhões de fãs no Facebook e mais de 150 mil no Instagram. Com crônicas que abordam os amores e as dores da vida real, Fabíola reflete sobre a importância de levarmos uma vida mais leve, de não se cobrar perfeição, de descansar entre momentos apressados, ser gentil com os outros e consigo mesmo. “Deixei meu coração em modo avião. Hoje não quero criar expectativas, controlar o que não posso, me culpar por aquilo que não depende só de mim.” Através do olhar doce e observador, Fabíola reflete sobre como podemos aprender a esperar o momento de agir, da dor amenizar, da ferida sarar e da saudade deixar de doer. Este livro fala ao coração de uma forma única e especial e faz um convite, deixar o coração se acalmar e esperar que a vida te surpreenda.


Não basta não ser racista: sejamos antirracistas
,  Robin Diangelo

É hora de todos os brancos abandonarem a ideia de superioridade e, de fato, atuarem no combate ao racismo. Negação, silêncio, raiva, medo, culpa... essas são algumas das reações mais comuns quando se diz a uma pessoa que agiu, geralmente sem intenção, de modo racista. Ser abertamente racista não é algo socialmente aceitável. Ninguém quer ser visto assim. Mas cada vez que se nega o racismo, impedimos que ele seja abordado e que nossos preconceitos sejam discutidos. As reações de negação não servem apenas para silenciar quem sofre o preconceito, também escondem um sentimento que a autora Robin Diangelo passou a chamar de fragilidade branca. Em seus estudos, Diangelo catalogou frases, palavras e sentimentos de voluntários que se veem sem qualquer preconceito e demonstrou que, no fundo, ele estava lá. Sua proposta é que todos comecem a ouvir melhor, estabeleçam conversas mais honestas e reajam a críticas com educação e tentando se colocar no lugar do outro. Não basta apenas sustentar visões liberais ou condenar os racistas nas redes sociais. A mudança começa conosco. A AUTORA: ROBIN DIANGELO é professora universitária, autora e consultora em questões de justiça racial e social há mais de vinte anos. Não basta não ser racista ― Sejamos antirracistas ocupa as primeiras posições das listas de livros mais vendidos do mundo desde seu lançamento.



                        Quebre a caixa, fure a bolha, Conrado Navarro

Quais habilidades estão sendo esquecidas nesta era de uso intenso das ferramentas tecnológicas e redes sociais? Você já viveu aquele momento de estar com altas expectativas e logo depois desabar numa frustração por não alcançar o que queria? Ou que, em certos momentos, lhe faltou um pouco mais de ousadia, coragem ou cara de pau para fazer algo em que acreditava? Neste livro, Conrado Navarro aborda como a realidade pode ser bem diferente daquilo que planejamos e até acreditamos controlar, e apresenta histórias e reflexões sobre o que podemos aprender com os fracassos e frustrações, para não nos tornarmos uma vítima constante deles. Para alcançar destaque na carreira, você não precisa ser próximo dos grandes líderes empresariais e ter acesso aos seus segredos profissionais. Muitas vezes, conversar com o comerciante da esquina será mais eficiente para enxergar novas perspectivas. Duvida? Ele comprova aqui. Conrado também mostra que para criar oportunidades de negócios e novos apoiadores para suas ideias, faz mais sentido convidar pessoas que você admira para uma conversa do que ficar tratando tudo virtualmente. Quebrar a caixa e furar a bolha significa olhar a realidade de um outro ângulo, assumindo riscos e responsabilidades como parte de um plano. E este livro traz as provocações certas para motivar quem, de fato, quer estourar a bolha e e sobressair em qualquer atividade. O AUTOR: CONRADO NAVARRO nasceu em Itajubá, sul de Minas Gerais, cercado do melhor pão de queijo e entre as lindas montanhas da Serra da Mantiqueira. Ainda na infância, aprendeu sobre responsabilidades e dinheiro de forma exemplar: passou um ano pagando com sua mesada o conserto de algo que havia quebrado com a ajuda de três “amigos”. Aos 17 anos saiu de casa para estudar e não voltou mais, atingindo sua independência financeira aos 30, criando empresas e investindo no mercado financeiro. Triatleta que aprendeu a nadar com 35 anos, tem uma coleção de mais de 500 carrinhos e uma biblioteca de 1500 livros (e contando). Graduou-se em Ciências da Computação, fez mba em Administração e Mercado de Capitais, mas quer mesmo é aprender a tocar piano. Atualmente, divide-se entre São Paulo, São José dos Campos e Itajubá. Este livro contém algumas de suas reflexões sobre a importância de assumir riscos e encarar novos desafios ― ou simplesmente, quebrar a caixa e furar a bolha.

05 março 2020

Resenha - De Sangue e Ossos, Nora Roberts


Livro: De Sangue e Ossos
Autor(a): Nora Roberts
Editora: Arqueiro
Páginas: 336
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Um novo poder está surgindo. Fallon Swift pouco conhece do mundo que existiu antes da Catástrofe. As cidades estão destruídas, gangues de criminosos e de fanáticos religiosos cruzam as estradas à procura de sua próxima vítima e aqueles que têm poderes mágicos como ela continuam sendo caçados. Prestes a completar 13 anos, Fallon sabe que se aproxima o dia em que sua verdadeira natureza, sua identidade como A Escolhida, será revelada. No meio da floresta, ela começará seu treinamento sob a orientação do feiticeiro Mallick, que vem apurando as próprias habilidades ao longo de séculos. A menina aprenderá métodos antigos de cura e técnicas de luta, conviverá com fadas, elfos e metamorfos e precisará descobrir dentro de si um poder que nunca imaginou possuir. Quando o momento certo chegar, Fallon vai empunhar a espada e o escudo e partir para cumprir sua missão. Até que ela cresça o suficiente para se tornar a mulher que está destinada a ser, o mundo continuará em perigo. Fallon Swift é A Escolhida, e só ela poderá salvar a humanidade.

Faz mais de uma década que a Catástrofe devastou a vida na Terra da forma como a conhecemos. Governos sucumbiram a epidemia que matou milhares de pessoas ao mesmo tempo em que uma magia adormecida despertava dentro de tantos outros. A intolerância e a maldade intrínseca nas pessoas tornaram o mundo o caos e até que A Escolhida esteja pronta, eles precisam encontrar um jeito de sobreviver.

Fallon Swift não teve uma infância como a de seus irmãos. Às vésperas de iniciar seu treinamento oficial, ela já preparava feitiços e poções básicas; conhecia um pouco de armas e como manuseá-las; aprendeu sobre técnicas de luta, manufatura, costura e culinária – mágica ou não. Ela podia recusar os dois anos de reclusão e treinamento que tinha pela frente, mas isso era o mesmo que condenar sua família a viver naquela eterna bolha que foi criada ao redor dela. Condenar o mundo a viver na escuridão... Fallon só tinha treze anos e carregava o mundo nas suas costas, literalmente.

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