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13 outubro 2018

Resenha - Restaura-me, Tahereh Mafi


Livro: Restaura-me (Estilaça-me #4)
Autor(a): Tahereh Mafi
Editora: Universo dos livros
Páginas: 400
Adquira: Amazon
Livro cedido através da parceria com a editora
A história de Juliette e Warner continua no eletrizante novo volume da série Estilhaça-me, de Tahereh Mafi, autora best-seller do The New York Times. Juliette Ferrars acreditava ter vencido. Assumiu o controle do Setor 45, foi nomeada nova Comandante Suprema da América do Norte e agora conta com Warner ao seu lado. No entanto, quando a tragédia se instala, Juliette precisa confrontar a escuridão que existe tanto à sua volta quanto em seu interior.







ESSA RESENHA POSSUI SPOILER DOS LIVROS ANTERIORES.
LEIA A RESENHA DE ESTILHAÇA-ME , LIBERTA-ME E INCENDEIA-ME.


Iniciei a série Estilhaça-me em 2013 e me vi completamente encantada pela escrita distópica marcante e única de Tahereh Mafi, autora da até então trilogia que ganhou muitos fãs ao redor do mundo.

Quando terminei Incendeia-me em 2014 nem imaginava mergulhar novamente no universo do Restabelecimento, mas tantas pontas soltas incitaram os fãs a pedir uma continuação à autora, que atendeu nossas preces não apenas com um novo exemplar, mas com a promessa de uma nova trilogia como passaporte ao mundo de Juliette Ferrars.

30 setembro 2013

Resenha - Estilhaça-me, Tahereh Mafi


SÉRIE: #1 Estilhaça-me
AUTOR: Tahereh Mafi
EDITORA: Novo Conceito
PÁGINAS: 304
LANÇAMENTO: 2012
CONCEITO: 5 estrelas

- Você não pode me tocar – murmuro. Estou mentindo; é o que não digo a ele. Ele pode me tocar, é o que nunca lhe direi. Por favor, toque-me; é o que quero lhe dizer.Mas coisas acontecem quando as pessoas me tocam. Coisas estranhas.Coisas ruins.Coisas mortas.Não consigo me lembrar do calor de qualquer tipo de abraço. Meus braços doem em virtude do inescapável gelo do isolamento. Minha própria mãe não poderia me segurar nos braços. Meu pai não poderia aquecer minhas mãos congeladas. Vivo em um mundo de nada. (pag. 13/14)

 O livro é narrado em primeira pessoa pelo ponto de vista de Julliette, ela está aprisionada a mais de 264 dias em um cúbiculo, sem contato algum com o mundo lá fora. Apenas seus próprios pensamentos e incertezas, pois Julliette tem um dom, seu toque é mortal e tudo aconteceu muito rápido. Em instantes ela estava apenas tentando ajudar um menino e no momento seguinte ele estava morto. Ela era uma assassina. E todos, inclusive seus pais julgaram-na perigosa demais para viver entre a sociedade. E como agir se quando nem mesmo a sua família lhe aceita e a entrega ao Restabelecimento para ser confinada?

Depois de tanto tempo vivendo em solidão, sem olhar sua própria imagem no espelho e na companhia apenas de uma caneta e de um pequeno caderno, Julliette recebe um companheiro em sua cela. Adam é lindo, misterioso e alguma coisa nele é familiar para nossa protagonista, mas o que será? A princípio nossa protagonista se vê perturbada pela presença daquele belo estranho e o ignora ao máximo, porém a ausência de contato humano é devastadora e ela acaba interagindo.

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