Livro: Em pedaços (Recomeços #1)
Autor(a): Lauren Layne
Editora: Paralela
Páginas: 248
Adquira: Amazon
Livro cedido através da parceria com a editora
Aos vinte e dois anos, Olivia Middleton tem Nova York aos seus pés. Por fora, ela é a garota perfeita — linda, inteligente e caridosa — mas, por dentro, guarda um segredo terrível: um erro que a afastou das duas únicas pessoas que realmente importavam na sua vida. Determinada a esquecer o passado, ela deixa Manhattan e vai trabalhar como cuidadora de um soldado recém-saído da guerra. O que ela não esperava era que seu paciente seria um jovem enigmático de vinte e quatro anos tão amargurado quanto atraente. Paul Langdon está furioso — com o mundo, com a vida, com o seu pai e, principalmente, consigo mesmo. Depois de sofrer na pele os horrores da Guerra do Afeganistão, a última coisa que ele quer é a companhia de uma princesinha nova-iorquina linda, mimada e irritante. A presença de Olivia parece tóxica para Paul: ela o incomoda, mas ele não consegue afastá-la, por mais que tente. Nessa recontagem moderna de A Bela e a Fera, Lauren Layne nos traz uma história irresistível de perdão, cura e, acima de tudo, amor.
As coisas no Upper East Side são resolvidas de forma bem simples: quando algo não sai como planejado, você oferecer uma festa e mostra a todos que o plano era exatamente aquele. É por isso que Olivia Middleton está ganhando uma festa de despedida. Ela cometeu a maior burrada de sua vida e no ímpeto de se afastar de todos que a conhecem, acaba se agarrando a oportunidade de passar uma temporada no meio do nada cuidando de um veterano de guerra.
Seus pais pintam a situação como se ela fosse a próxima Madre Teresa de Calcutá, mas se essa é a forma deles não pirarem muito por ela ter abandonado a faculdade no último ano, que seja. A culpa a consome cada dia mais e ela só quer fugir antes que alguém mais descubra a verdade por trás de seus atos.
[…] a razão pela qual estou saindo de Nova York não tem nada a ver com bondade e tudo a ver com o fato de eu me sentir deplorável.
Para mim, cuidar de um veterano de guerra não é filantropia.
É uma forma de penitência.

