10 abril 2016

Lançamento Abril/2016 - Editora Intrínseca


Baia da Esperança, Jojo Moyes
Seis anos depois de ter saído da Inglaterra, a melancólica e reservada Liza McCullen é responsável por um barco de observação de baleias e golfinhos em Silver Bay, na Austrália, onde também administra com a tia, Kathleen, o Hotel Baía da Esperança, que já viu dias melhores. Hospedado no hotel de Liza, Mike Dormer está lá a negócios: depende dele o pontapé inicial do projeto de um resort de luxo. Enquanto sua noiva, em Londres, finaliza os planos do casamento, Mike tem de conseguir a licença para a construção do empreendimento, algo que terá profundo impacto na fauna de Silver Bay e consequências drásticas para a vida dos moradores, inclusive a de Liza, que guarda um grande segredo e correrá perigo caso precise se mudar dali. Quando o mundo de Mike e Liza colidem de forma irremediável, eles precisam encarar os próprios medos para salvar o que amam. Com personagens cativantes em um cenário encantador, Baía da Esperança é um romance irresistível, repleto do humor e da generosidade que marcam as obras de Jojo Moyes.



O amor segundo Buenos Aires, Fernando Scheller
Buenos Aires, com suas largas avenidas, cafés em estilo europeu e bairros charmosamente decadentes, é cenário e ao mesmo tempo personagem das histórias de amor presentes neste romance arrebatador. É por amor que Hugo deixa o Brasil rumo à capital argentina. Embora o relacionamento com Leonor não sobreviva, seu fascínio pela cidade resiste à dor da separação e à descoberta de que sofre de uma grave doença. Hugo cria laços com o arquiteto Eduardo e com a comissária de bordo Carolina, que evidenciam o poder regenerador das amizades verdadeiras. Ele se reaproxima de seu pai, Pedro, que troca a rotina de um casamento desgastado por uma vida em que é possível encontrar profundos afetos. Cada personagem tem a oportunidade de contar a sua versão dos fatos, numa trama absolutamente democrática. Impossível não se encantar com a presença de espírito e o senso de humor de Carolina, a lealdade de Eduardo, a sensatez e a determinação de Daniel, o jeito excêntrico de Charlotte. Em comum, esses personagens adoráveis têm uma enorme capacidade de amar.



Alucinadamente feliz, Jenny Lawson
Jenny Lawson está longe de ser uma pessoa comum. Ela mesma se considera colecionadora de transtornos mentais, já que é uma depressiva altamente funcional com transtorno de ansiedade grave, depressão clínica moderada, distúrbio de automutilação brando, transtorno de personalidade esquiva e um ocasional transtorno de despersonalização, além de tricotilomania (que é a compulsão de arrancar os cabelos). Por essa perspectiva, sua vida pode parecer um fardo insustentável. Mas não é. Após receber a notícia da morte prematura de mais um amigo, Jenny decide não se deixar levar pela depressão e revidar com intensidade, lutando para ser alucinadamente feliz. Mesmo ciente de que às vezes pode acabar uma semana inteira sem energia para levantar da cama, ela resolve que criará para si o maior número possível de experiências hilárias e ridículas a fim de encontrar o caminho de volta à sanidade.



Eu sou o peregrino, Terry Hayes
Uma mulher é brutalmente assassinada em um hotel decadente de Manhattan, seus traços dissolvidos em ácido. Um pai é decapitado em praça pública sob o sol escaldante da Arábia Saudita. Na Síria, um especialista em biotecnologia tem os olhos arrancados ainda vivo. Restos humanos ardem em brasas na cordilheira Hindu Kush, no Afeganistão. Uma conspiração perfeita, arquitetada para cometer um crime terrível contra a humanidade, e apenas uma pessoa é capaz de descobrir o ponto exato em que todas essas histórias se cruzam. Peregrino é o codinome de um homem que não existe. Alguém com tantas identidades que mal consegue lembrar seu verdadeiro nome. Adotado ainda jovem por uma família rica, ele se tornou um importante profissional da espionagem. Romance de estreia do renomado roteirista britânico Terry Hayes, Eu sou o Peregrino é uma narrativa ágil, com ritmo alucinante, cujos personagens são construídos de forma primorosa em toda sua complexidade psicológica. Uma jornada épica e imprevisível contra um inimigo implacável.



É isso que eu faço, Lynsey Addario
Lynsey Addario ainda tentava se estabelecer no fotojornalismo quando os atentados do 11 de Setembro sacudiram o mundo. Por ser um dos poucos profissionais da época com alguma experiência no Afeganistão, ela foi chamada para voltar ao Oriente Médio e cobrir a invasão americana. Foi quando fez uma escolha que se repetiria muitas vezes depois: abrir mão do conforto e da previsibilidade a fim de correr o mundo confrontando com sua câmera as mais duras verdades. As imagens captadas pelas lentes de Lynsey parecem buscar sempre um propósito maior. No livro, ela retrata os afegãos antes e depois do regime talibã, os cidadãos vitimados pela guerra e os insurgentes incompreendidos no Iraque, as aldeias incendiadas e os incontáveis mortos em Darfur. Expõe a cultura de violência contra a mulher no Congo e narra a ocasião do próprio sequestro, orquestrado pelas forças pró-Kadafi durante a guerra civil na Líbia - uma história marcante que ganhou destaque na mídia internacional. Apesar da presumível bravura, Lynsey não é de todo destemida. Do medo, ela tira o olhar de empatia essencial à profissão. Quando entrevista vítimas de estupro, fotografa um soldado alvejado em combate ou documenta a trágica vida das crianças famintas na Somália, é essa empatia que nos transporta para os lugares onde ela esteve, e então começamos a entender como o ímpeto de retratar a verdade triunfa sobre o terror.



Solteirona , Kate Bolick
"Com quem se casar e quando: essas duas questões definem a existência de toda mulher", provoca a autora logo no início de Solteirona. Em uma análise inteligente e bem-vinda dos prazeres e possibilidades de ficar solteira, a jornalista e crítica cultural Kate Bolick parte da própria experiência para ponderar o porquê de mais de cem milhões de americanas hoje preferirem ficar solteiras. As projeções apontam que esse número só tende a crescer, mas, mesmo assim, uma mulher passar batida pelos vinte, trinta anos sem se casar continua sendo uma questão - mesmo, e talvez principalmente, se isso for uma escolha deliberada. Decidida a fincar pé na solteirice, Bolick apresenta um elenco de personalidades femininas do último século que, pela genialidade e determinação, são inspirações para sua escolha: a colunista Neith Boyce, a ensaísta Maeve Brennan, a visionária Charlotte Perkins Gilman, a poeta Edna St. Vincent Millay e a escritora Edith Wharton. Ao destacar a trajetória nada convencional dessas mulheres, Bolick faz lembrar quão atemporal é o dilema a respeito de se casar e ter filhos e levanta uma pauta ainda mais crucial nessa discussão: o direito de escolher a própria vida. Intensamente pessoal e bem embasado, Solteirona é ao mesmo tempo um inquietante livro de memórias e uma ampla análise cultural dessa encruzilhada que não deveria, mas tanto interfere no universo feminino. Uma defesa da liberdade da mulher de ser autêntica e fiel às inúmeras possibilidades de futuro que ela pode e deve projetar para si mesma. Se será um futuro construído a duas ou a quatro mãos, só a ela cabe decidir.



A agenda antiplanos, Keri Smith
Com espaços sem data e distribuídos aleatoriamente para você fazer um resumo do mês que desejar, A agenda antiplanos funciona como um diário criativo, que vai ajudar o leitor a estruturar os pensamentos, mas de uma forma nada limitada nem previsível. Um diário que foca simultaneamente no hoje e no amanhã pode parecer paradoxal, mas Keri Smith, autora do sucesso Destrua este diário, prova o contrário. A partir da ideia de que a busca pela organização e pelo perfeccionismo tão exaltada na cultura moderna é na verdade um grande empecilho do processo criativo, o estilo, a forma e a proposta pouco convencional de A agenda antiplanos, ao mesmo tempo que entretêm, levam à reflexão, capturando momentos e estados de espírito e convidando o leitor a controlar menos e experimentar mais, a deixar de levar tudo tão a sério e, simplesmente, viver. E o principal: a se divertir!



O mistério do Mapa, Kory Merritt e Jack Chabert
Poptropica Vol. 1
Quando decidiram embarcar em um passeio de balão, Oliver, Mya e Jorge nunca poderiam imaginar que acabariam caindo em uma ilha desconhecida habitada por animais exóticos e uma horda de vikings raivosos. Bem-vindo a Poptropica: um arquipélago completamente fora dos mapas, cuja existência é mantida em segredo do restante do mundo. Neste primeiro volume da história, os três amigos encontram um mapa mágico e se aventuram em uma perigosa jornada para tentar encontrar o caminho de volta para casa. Porém, os habitantes da ilha - incluindo o assustador líder dos vikings, Erik, o Vermelho - estão nos calcanhares deles, e Octavian, o capitão do balão, responsável por estarem presos naquela ilha, quer seu mapa de volta. Será que Oliver, Mya e Jorge vão conseguir fugir das garras dos sanguinários vikings e encontrar um jeito de escapar da ilha e de Octavian? O mistério do mapa é o primeiro livro de uma série inspirada no jogo infantil on-line Poptropica, no qual as histórias são compartilhadas por meio de jogos educativos.

09 abril 2016

Promoção de Aniversário - Patricia Cabot e Lucinda Riley


a Rafflecopter giveaway



a Rafflecopter giveaway

REGRAS OBRIGATÓRIAS
1. Tem endereço de entrega no Brasil;
2. Seguir a entrada obrigatória do formulário

ATENÇÃO
1. As promoções começam dia 09/04/2016 e termina dia 23/04/2016.
2. Cada promoção terá apenas um ganhador.
3. Perfis fakes ou criados exclusivamente para promoções serão desclassificados;
4. O sorteado receberá um e-mail e terá 48 horas para respondê-lo. Caso não seja respondido será feito um novo sorteio;
5. O email será enviado para o endereço cadastrado no rafflecopter.
6. Os prêmios serão enviados pelo blog ou pela editora em até 45 dias.
7. Não nos responsabilizamos por eventual extravio ou problemas com o correio, nem caso o endereço para envio seja passado errado.

São três anos no ar!

Hoje é aquele dia do ano lindo, que nós nunca podemos deixar passar batido ♥


08 abril 2016

Resenha - Tudo e Todas as Coisas, Nicola Yoon


Livro: Tudo e Todas as Coisas
Autor(a): Nicola Yoon
Editora: Novo Conceito
Páginas: 304
Adquira: Saraiva | Submarino | Americanas
Livro cedido através da parceria com a editora
"Minha doença é tão rara quanto famosa. Basicamente, sou alérgica ao mundo. Qualquer coisa pode desencadear uma série de alergias. Não saio de casa. Nunca saí em toda minha vida. As únicas pessoas que já vi foram minha mãe e minha enfermeira, Carla. Eu estava acostumada com minha vida até o dia que ele chegou. Olho pela minha janela para o caminhão de mudança, e então o vejo. Ele é alto, magro e está vestindo preto da cabeça aos pés. Seus olhos são de um azul como o oceano. Ele me pega olhando-o e me encara. Olho de volta. Descubro que seu nome é Olly. Talvez eu não possa prever o futuro, mas posso prever algumas coisas. Por exemplo, estou certa de que vou me apaixonar por Olly. E é quase certo que será um desastre."

No mundo de Madeline tudo é branco, exceto as lombadas coloridas de seus livros devidamente limpos e embalados a vácuo para seu uso. Diagnosticada ainda bebê com uma doença extremamente rara, a menina que acabou de completar 18 anos tem alergia ao mundo e qualquer contato externo pode desencadear uma reação alérgica capaz de tirar sua vida.

07 abril 2016

Especial Indicação de Séries

E aí, pessoal. Já estamos em abril, meio do ano (nada exagerado) e algumas séries estreantes já terminaram sua temporada. Então, pra quem ficou um pouco perdido em todas as estreias que ocorreram em 2015/2016, assim como eu, resolvi separar 7 séries pra vocês fazerem a maratona de uma temporada por dia pra completar a semana(nada exagerado de novo). Chega de brincadeiras e vamos lá:

Shades of Blue: Jennifer Lopez é Harlee Santos, uma detetive sexy de Nova York e mãe solteira, que faz parte de um grupo fechado de policiais corruptos. Ela usa dinheiro sujo para providenciar a melhor vida para sua filha honesta e talentosa. Quando ela é pega pelo FBI e deve denunciar seus próprios parceiros no crime, ela terá que equilibrar amor, lealdade, honra e traição, enquanto tenta manter o melhor cenário para o futuro de sua filha.

06 abril 2016

Resenha - Sem Clima para o Amor, Rachel Gibson


Livro: Sem Clima Para o Amor
Autor(a): Rachel Gibson
Editora: Jardim das Flores
Páginas: 280
Adquira: Saraiva | Submarino | FNAC | Livraria Cultura | Travessa | Americanas
Livro cedido através da parceria com a editora
Com linguagem simples, clara, rica e envolvente, aborda fatos que realmente acontecem em nosso dia a dia. Neste Sem clima para o amor, Clare Wingate, uma jovem e atraente escritora sofre por ter sido traída pelo noivo (com o técnico da máquina de lavar roupa!) e o que mais queria era ficar em casa curtindo sua tristeza. No entanto, durante o casamento de sua melhor amiga, reencontra Sebastian, uma paixão de infância, que se tornou um jornalista famoso e sexy. Ele a quer para si de qualquer forma, mas Clare só quer curtir sua dor. Começa aqui uma história divertida e cheia de surpresas, que conquistou milhões de leitores em vários países e levou o livro para o topo da lista dos mais vendidos.


Claresta Wingate tinha o péssimo habito de se apaixonar pelo homem errado. Parecia que era proposital! Aquele que não pudesse corresponder todo o seu sentimento, era para o escolhido para entregar seu coração. Quando conheceu Lonny, ela apostou tudo naquele relacionamento. E porque haveria de dar errado? Eles estavam juntos a cinco anos, eram grandes amigos e combinavam em praticamente tudo. Eram o casal perfeito.

No dia do casamento de Lucy, uma de suas três melhores amigas, ela chegou em casa mais cedo e se deparou com a seguinte cena: seu noivo enroscado no chão do closet com o rapaz da assistência técnica. Sua vontade era sumir do mundo e curtir a tristeza de ter feito mais uma escolha errada, só que ela precisava manter a linha. Precisava se controlar para não estragar o dia da amiga, portanto, não encher a cara, manter a pose e se manter afastada dos homens era essencial.

05 abril 2016

Resenha - Aprendendo a Seduzir, Patricia Cabot


Livro: Aprendendo a Seduzir
Autor(a): Patricia Cabot
Editora: Essência
Páginas: 368
Adquira: Saraiva | Submarino | FNAC | Travessa | Americanas
Livro cedido através da parceria com a editora
O que qualquer mulher faria se flagrasse o noivo aos beijos com outra mulher? Cancelaria o casamento e nunca mais colocaria os olhos no desalmado traidor. Certo? Não lady Caroline Linford. Apaixonada pelo belo e galante marquês de Winchilsea, ela não se dá por vencida e resolve ir em frente com o casamento. Afinal, lady Linford ama seu prometido. Com o intuito de se tornar o único objeto do desejo de seu noivo, ela convoca o renomado Braden Granville, mestre na arte da sedução, para, com ele, aprender a ser a melhor amante que Winchilsea pode vir a ter. Porém, a aluna se torna tão aplicada que arrancará mais que elogios de seu professor...


Lady Caroline Linford sofreu muito quando seu irmão mais novo, segundo conde de Bartlett, foi baleado por um assaltante durante a madrugada. Por sorte, o marquês de Winchilsea estava pro perto para socorrê-lo e foi quem o amparou por toda a viagem de volta para casa. Inclusive, permanecendo ao seu lado até o rapaz se recuperasse. Durante esse período Caroline e Hurst acabaram se aproximando muito e depois de testemunhar a dedicação de Hurst ao seu irmão, Caro se apaixonou.
Além de ser um bom rapaz, ele era muito galante e desejado por todas as jovens solteiras. Quando o pedido de casamento veio, ela nem pode acreditar que ele pudesse se interessar por alguém tão simples quanto ela. Porém, o choque foi ainda maior quando, poucas semanas antes do casamento, ela o flagrou se divertindo com a noiva alheia.

"Acho que não sou suficientemente boa para seduzir. Afinal, quem sou? Apenas a primeira filha do primeiro conde de Bartlett. Uma ninguém. [...] Mas há uma coisa que me alegro de ter e que Lady Jacquelyn não tem: a decência de não ir para a cama com o noivo de outra mulher." E acrescentou "... E um bocado de dinheiro também, é claro."


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