Livro: O Par Perfeito (A Pousada #3)
Autor(a): Nora Roberts
Editora: Arqueiro
Páginas: 320
Adquira: Saraiva | Submarino
Livro cedido através da parceria com a editora
Mesmo sendo conhecido como o mais durão dos irmãos, Ryder Montgomery deixa as mulheres aos seus pés quando coloca seu cinto de ferramentas. Nenhuma delas é imune a seu jeito sexy quando está no trabalho. Sem contar, é claro, Hope Beaumont, a gerente da Pousada BoonsBoro. Ex-funcionária de um luxuoso hotel em Washington, Hope está acostumada à agitação e ao glamour, porém isso não significa que ela não aprecie os prazeres da cidade pequena. Sua vida está exatamente como ela deseja – exceto pela questão amorosa. Sua única interação com alguém do sexo oposto são as frequentes discussões com Ryder, que sempre lhe dá nos nervos. Ainda assim, qualquer um vê que há uma química inegável entre os dois. Enquanto o dia a dia na pousada transcorre sem problemas graças aos instintos infalíveis de Hope, algumas pessoas de seu passado estão prestes a lhe fazer uma indesejável – e humilhante – visita. Mas, em vez de se afastar ao descobrir que Hope tem seus defeitos, Ryder só fica mais interessado por ela. Será que pessoas tão diferentes podem formar um par perfeito?
ESSA RESENHA NÃO POSSUI SPOILER DO LIVRO ANTERIOR.
LEIA A RESENHA DE UM NOVO AMANHÃ E O ETERNO NAMORADO.
LEIA A RESENHA DE UM NOVO AMANHÃ E O ETERNO NAMORADO.
Hope Beaumont foi parar na pequena BoonsBoro depois que seus planos desmoronaram. A ideia era passar um tempo com suas melhores amigas, mas o convite para que se tornasse gerente da pousada que estava sendo reconstruida lhe deu um novo panorama de futuro. Ali, afastada de toda a agitação de uma cidade grande, ela se reconectou com as coisas mais simples da vida. Descobriu o quão feliz aquela nova realidade poderia ser. Apenas uma área da sua vida não estava perfeita: a amorosa.
Um ano antes, Hope vivia satisfeita com a própria vida, encarava novos desafios no emprego e se sentia em casa no Wickham. Porém, nos últimos meses, percebera que, em Boonsboro, não se sentia apenas satisfeita, mas feliz. A pousada não era só uma casa, mas um lar.

