21 outubro 2016

Resenha - Como Tatuagem, Walter Tierno


Livro: Como tatuagem
Autor(a): Walter Tierno
Editora: Verus
Páginas: 308
Adquira: Saraiva | Submarino | Travessa | Livraria da Folha | Livraria Cultura
Livro cedido através da parceria com a editora
Artur é um cara rico, superficial e egoísta. Bonito e popular entre as mulheres, não tem o menor respeito por elas — sua vida amorosa se resume a colecionar parceiras na cama. Essa rotina de prazeres e privilégios é interrompida quando ele sofre um grave acidente de carro. Para ajudá-lo a se recuperar, sua mãe contrata a fisioterapeuta Lúcia. Desde criança, Lúcia sofre o preconceito que persegue os portadores de vitiligo. Sua mãe sempre esteve presente para apoiá-la e fazê-la enfrentar os obstáculos que a vida lhe impõe. De temperamento doce, porém decidido, Lúcia tem uma consciência peculiar e aguda sobre o mundo. Mas, quando se vê sem o amparo materno, suas certezas desabam. O encontro de duas pessoas tão diferentes vai gerar muito atrito, mas com o tempo Lúcia e Artur vão descobrir algumas das infinitas facetas do amor e, entre conquistas, medos, perdas e paixões, verão suas vidas transformadas para sempre.



Quando solicitei Como Tatuagem para a Verus Editora imaginei que encontraria apenas mais um romance fofinho a qual estou acostumada a ler eventualmente. No entanto me surpreendi ao encontrar a complexa trama criada pelo autor Walter Tierno e compreender cada mensagem que exalava das linhas dessa história. Confesso que estou balançada até agora...

20 outubro 2016

Resenha - Diga sim ao marquês, Tessa Dare


Livro: Diga sim ao marquês (Castles Ever After #2)
Autor(a): Tessa Dare
Editora: Gutemberg
Páginas: 288
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Livro cedido através da parceria com a editora
Aos 17 anos, Clio Whitmore tornou-se noiva de Piers Brandon, o elegante e refinado Marquês de Granville e um dos mais promissores diplomatas da Inglaterra. Era um sonho se tornando realidade! Ou melhor, um sonho que algum dia talvez se tornasse realidade… Oito anos depois, ainda esperando o noivo marcar a data do casamento, Clio já tinha herdado um castelo, tinha amadurecido e não estava mais disposta a ser a piada da cidade. Basta! Ela estava decidida a romper o noivado. Bom… Isso se Rafe Brandon, um lutador implacável e irmão mais novo de Piers, não conseguir impedi-la. Rafe, apesar de ser um dos canalhas mais notórios de Londres, prometeu ao irmão que cuidaria de tudo enquanto ele estivesse viajando a trabalho. Isso incluía não permitir que o Marquês perdesse a noiva. Por isso, está determinado a levar adiante os preparativos para o casamento, nem que ele mesmo tenha que planejar e organizar tudo. Mas como um calejado lutador poderia convencer uma noiva desiludida a se casar? Simples: mostrando-lhe como pode ser apaixonante e divertido organizar um casamento. Assim, Rafe e Clio fazem um acordo: ele terá uma semana para convencê-la a dizer “sim” ao Marquês. Caso contrário, terá que assinar a dissolução do noivado em nome do irmão. Agora, Rafe precisa concentrar seus punhos e sua força em flores, bolos, música, vestidos e decorações para convencer Clio de que um casamento sem amor é a escolha certa a se fazer. Mas, acima de tudo, ele precisa convencer a si mesmo de que não é ele que vai beijar aquela noiva.

ESSA RESENHA NÃO POSSUI SPOILER DO LIVRO ANTERIOR.
LEIA A RESENHA DE ROMANCE COM O DUQUE.


Clio Whitmore cresceu junto com os irmãos Pires e Rafe Brandon. Clio e Pires, que herdaria o título de marques de Granville, foram criados sabendo do interesse de suas famílias em um futura união. E assim aconteceu. Aos 17 anos, Clio se tornou noiva de um dos homens mais cobiçados da temporada, que além de atraente e elegante, era um diplomata em ascensão. Enquanto Pires viajava pelo mundo à serviço da coroa, ela ficou em casa estudando e se preparando para assumir as responsabilidades de sua nova posição social.

19 outubro 2016

Resenha - Quando o sofrimento bater à sua porta, Padre Fábio de Melo


Livro: Quando o sofrimento bater à sua porta
Autor(a): Pe, Fábio de Melo
Editora: Planeta
Páginas: 192
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Livro cedido através da parceria com a editora
Quando o sofrimento bater à sua porta, é melhor você abrir... Em todas as culturas, o sofrimento humano figura como um dos assuntos mais
recorrentes. Muitos ramos do conhecimento já se ocuparam dele. O sofrimento é naturalmente interessante. Ele nos instiga a uma aproximação respeitosa, pois parece condensar boa parte do significado da vida. Com preendê-lo nos oferece uma chave de leitura para todas as questões humanas. Afinal ele perpassa toda a problemática da existência. O sofrimento é o lugar onde reconhecemos nossa humanidade em sua crueza mais venturos


Eu confesso que não acompanho o Padre Fábio de Melo, mas já assisti muitos de seus vídeos postados pelas redes sociais. Confesso que, no primeiro contato, há um bom tempo atrás, estranhei a forma como ele se comunicava. Munido de um linguajar atual, descontraído e bem-humorado o padre vem cada dia mais angariando fãs pelo país. Tudo isso sem perder o tom e o respeito.

17 outubro 2016

Resenha - Os vivos e os mortos, Susan Beth Pfeffer


Livro: Os vivos e os mortos (Os últimos sobreviventes #2)
Autor(a): Susan Beth Pfeffer
Editora: Bertrand Brasil
Páginas: 336
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Livro cedido através da parceria com a editora
Um meteoro em rota de colisão com a Lua: um evento astronômico previsto com antecedência pelos cientistas. Só que para surpresa de todos, o impacto da colisão é bem maior do que o esperado, e a Lua sai de órbita, aproximando-se da Terra e alterando de modo catastrófico o clima do planeta. À medida que Nova York é devastada e tanto comida quanto ajuda tornam-se escassas, o adolescente porto-riquenho Alex Morales luta para manter suas irmãs, Bri e Julie, de 14 e 12 anos, a salvo. Com os pais desaparecidos, cabe a ele assumir responsabilidades inimagináveis e dar o seu melhor para sobreviver enquanto reza para que o restante de sua família volte com vida para casa. 

ESSA RESENHA NÃO POSSUI SPOILER DO LIVRO ANTERIOR.
LEIA A RESENHA DE A VIDA COMO ELA ERA.


Alex Morales é um porto-riquenho de 17 anos que mora em Nova York com os pais e duas irmãs mais novas. O dia em que um meteoro atinge a lua tirando-a de sua orbita deveria ser apenas mais um dia que começou no colégio e acabou com o fim seu turno na pizzaria do bairro, mas não foi. Aquele não foi apenas um dia comum para ninguém na Terra. Quando tudo aconteceu, seu pai estava em Porto Rico, Carlos, seu irmão mais velho estava a meses fora servindo ao exercito e sua mãe foi chamada para um turno emergencial no hospital. O único que conseguiu entrar em contato foi Carlos, mas ele não conseguiria retornar tão cedo. Sem notícias dos outros, ele assumiu a responsabilidade de cuidar de suas irmãs e fazer o possível para que todos sobrevivessem até que os cientistas descobrissem como concertar aquela loucura.

Alex xingou baixinho. Estava sem telefone, sem energia elétrica, e com duas irmãs menores que dependiam dele até que os pais voltasse. Deus certamente não estava facilitando a sua vida.
Ou de todas as outras pessoas, ele pensou.

Esse é o segundo livro da série Os últimos sobreviventes, mas vocês puderam perceber que não há ligação entre os personagens. As histórias acontecem de maneira simultânea e não há qualquer mencionamento à Miranda e sua turma. Como o leitor já tinha recebido bastante informação sobre o desastre no primeiro livro, a autora se limitou as informações básicas que o protagonista precisaria para agir, focando a narrativa no drama da família. Essa foi uma estratégia inteligente da autora, pois evitou que a história se tornasse cansativa.

Se antes ficamos sabendo por alto o que havia acontecido nas grandes cidades do mundo, aqui temos a oportunidade de vivenciar como elas reagiram a sucessão dos acontecimentos: tsunamis, terremotos, erupções vulcânicas...  o caos nem se compara ao que tínhamos conhecido. Mais pessoas significa mais mortes. Mais prédios significa menos áreas para subsistência e mais dependência dos recursos governamentais. A cidade se torna um região sem lei, onde sobreviver é a palavra de ordem e você deve conquistá-la a qualquer custo. Há dois fatores que dificultam a vida desses jovens: a falta de recurso financeiro e de orientação, mas a família Morales e eles não vão se entregar ao destino eminente.

religiosidade é um dos pontos de maior destaque dessa história. Mesmo após o desastre, o colégio (que era católico) e a igreja que frequentavam continuaram abertos. Era aos religiosos desses locais que Alex ia atrás de orientação, o que deixou o pensamento cristão muito presente na história. Caso você não seja cristão, não precisa ficar assustado pois não será chato ou incômodo para você, mas para mim foi algo que trouxe identificação. Eu ficava intrigada para saber como eles reagiriam a cada nova provação.

A história é narrada em terceira pessoa e mesmo sendo Alex o protagonista, todos os personagens agregaram valor à história. O amadurecimento de cada um dos irmãos também foi um ponto de destaque. Alex é apaixonado por sua família, mas eles são responsáveis por vários fantasmas que assombram seu coração. Julie, a caçula, é uma garota birrenta e egoísta, que vai te deixar muito pê da vida para no final de tudo te surpreender. Briana é uma religiosa fervorosa, a única que não abala sua fé com os acontecimentos e sua esperança de reencontrar os pais é algo comovente (e um pouco irritante). Além de outros, muitos outros personagens que aparecem na vida de deles como anjos, ou não.

Eu costumava rezar com sinceridade, mas, agora, são apenas palavras. Porque, se eu me permitir sentir dor e raiva, acho que elas podem me matar. Ou talvez eu mate alguém. Sei que é errado me sentir assim sobre Deus, e seu que é errado não sentir nada. Odeio isso, mas não ideio Deus. Odeio o fato de não amá-lo.

Até agora, a série apresentou histórias lineares, sem muitas reviravoltas, mas que são intensas e te deixam vidrado. Inclusive, Os vivos e os mortos me ajudou a sair de uma baita ressaca literária. Há mais dois livros para serem publicados e no próximo as histórias vão convergir. Não há previsão, mas como todos já foram publicados la fora, bem que a Bertrand Brasil poderia adiantar por aqui né? #PorFavor,NuncaTePedimosNada.

A capa é linda e é possível ver uma cidade bem devastada na parte inferior dela. A narração não é feita mais em forma de diário, mas ainda há uma separação por datas, o que eu acho bem importante para o leitor se situar no tempo, já que todos os dias parecem ser tão iguais. O espaçamento é ótimo, mas o tamanho da fonte continua me incomodando. Precisa ser tão grande assim? Me sinto mais cega do que já sou.

Dali a uma semana, o Queens deixaria de existir.
Porto Rico ainda existiria? E a família Morales? E a esperança?

Se você quer uma distopia que vai te despertar a vontade de se preparar para o fim do mundo, você precisa conhecer Os últimos sobreviventes.

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15 outubro 2016

Resenha - Garotas de Vestido Branco, Jennifer Close



Livro: Garotas de Vestido Branco
Autor(a): Jennifer Close
Editora: Bertrand Brasil
Páginas: 280
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Livro cedido através da parceria com a editora
Isabella, Mary e Lauren sentem que todos os seus amigos estão se casando. Domingo após domingo, chá de panela após chá de panela, elas admiram presentes, recolhem fitas e papéis de embrulho e comem sanduíches e cupcakes enquanto usam vestidos em tons suaves e bebem champanhe. Mas, em meio a tanta comemoração, essas mulheres têm a própria vida para enfrentar. Com um senso de humor carregado, Jennifer Close nos faz reviver os tempos de emoção, desconcerto e “o que diabos estou fazendo com a minha vida?” do início da idade adulta. Passando por péssimos encontros familiares, viagens desastrosas e relacionamentos arruinados pela política ao mesmo tempo que outros começam em pet shops, Garotas de vestidos brancos nos leva para dentro de um círculo de amizade que, com perfeição, reúne alegrias e frustrações da vida moderna.


As amigas Isabella, Mary e Lauren se tornaram aquele grupo de amigas que você pode ligar a qualquer hora e juntas elas vão atravessar esse tenebroso período em que você se tornou adulto, mas não faz ideia do que fazer da vida. Elas precisam encontrar o emprego dos seus sonhos, se libertar de relacionamentos que não darão em nada e superar os traumas de família. Só que elas precisam fazer isso pra ontem, porque todos os seus amigos já estão subindo ao altar enquanto elas ficam para trás.

14 outubro 2016

Resenha - Biblioteca das Almas, Ramson Riggs


Livro: Biblioteca das Almas ( O lar da srta. Peregrine para crianças peculiares  #3)
Autor(a): Ransom Riggs
Editora: Intrínseca
Páginas: 416
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Livro cedido através da parceria com a editora

Biblioteca de Almas é o último volume da celebrada trilogia iniciada com O lar da srta. Peregrine para crianças peculiares. Neste terceiro livro, depois de sofrer com a morte do avô, conhecer crianças com habilidades peculiares em uma fenda temporal e partir pelo mar em uma busca desesperada para curar a srta. Peregrine, Jacob vai finalmente enfrentar a inevitável conclusão dessa turbulenta jornada. Jacob descobre uma poderosa habilidade e não demora a explorá-la para resgatar os amigos peculiares e as ymbrynes da fortaleza dos acólitos. Junto com ele vai Emma Bloom, uma menina capaz de produzir fogo com as mãos, e Addison MacHenry, um cão com faro especial para encontrar crianças perdidas. Partindo da Londres dos dias atuais, o grupo vai percorrer as ruelas labirínticas do chamado Recanto do Demônio, uma complexa fenda temporal que abriga todo tipo de vícios e perversões. É ali que o destino de peculiares de toda parte será decidido de uma vez por todas. Tal como os volumes anteriores da série, Biblioteca de Almas une fantasia, aventura e sombrias fotografias de época para criar uma experiência de leitura única.


Biblioteca das almas é o terceiro livro da trilogia escrita por Ransom Riggs, lançada no Brasil pela Editora Intrínseca que finaliza a sequência do Lar da Srta Peregrine para crianças peculiares.

No último livro da série que se inicia do exato ponto onde Cidade dos Etéreos terminou, acompanhamos Jacob, Emma e Addison – o cão falante, percorrerem as ruas da atual Londres em busca de pistas do paradeiro de seus amigos peculiares.

13 outubro 2016

Semana Peculiar - Peculiaridades

Oi gente, tudo bem? Hoje é quinta-feira e nossa semana peculiar está quase chegando ao fim! Mas antes de mais nada, acalmem o coração que ainda temos muito o que falar sobre as crianças mais amadas pelos leitores atualmente.


Quem leu ou assistiu o filme da série de Ramson Riggs, já deve ter imaginado o quão interessante seria possuir as habilidades desses peculiares. São tantos poderes interessantes que decidi falar de alguns para vocês nesse post.



 Emma Bloom
A doce e determinada menina que possui o poder do fogo e conquista o coração do jovem Jacob Portman. As habilidades de Emma são bem úteis durante o desenrolar da história, porém na adaptação do filme essa habilidade foi alterada, como demonstrado no cartaz do próprio filme. Achei uma pena, mas por tratar-se de uma adaptação, nem sempre os filmes ficam fiéis a seus livros.










                                                                      
                                                                       Jacob Portam
O menino com uma família complicado e uma vidinha sem graça que descobre sua verdadeira origem ao encontrar a família peculiar do falecido avô. Jacob é corajoso e assim como seu avô é um peculiar e possui uma habilidade rara - ele é capaz de enxergar os etéreos, algo que nenhum peculiar com a habilidade específica é capaz de fazer. Mas engana-se quem imagina que essa é a única habilidade do garoto, muito pelo contrário, o autor separou muitas surpresas para esse personagem ao decorrer da série.







Srta. Peregrine
Com o poder de criar fendas, manipular o tempo e transformar-se em ave, as Ymbrynes, nome pelo qual são denominadas as matriarcas do reino peculiar são peças importantes para manter as crianças peculiares a salvo dos acólitos e dos etéreos.



                                                                    Enoch
Esse personagem embora mal humorado e rabugento me ganhou por conta de seus comentários ácidos durante a história. A vida dentro da fenda para Enoch parece um tédio, mas para passar o tempo ele usa de sua habilidade um tanto peculiar para dar vida a seus brinquedos. Embora sua habilidade não funcione por muito tempo, ela acaba sendo bem útil para Jacob em um momento bem interessante do primeiro livro.





Se nenhum desses poderes te interessou, calma que ainda temos mais algumas peculiaridades abaixo, quem sabe você se identifique com alguma delas?

  • Olive - Imagine ser tão leve a ponto de flutuar? Só não esqueça de manter-se sempre presa a alguma coisa na Terra, não queremos correr o risco de flutuar para a imensidão do céu não é mesmo?
  • Millard -  O garoto invisível, essa é uma habilidade bem interessante, porém Millard não consegue se livrar dessa invisibilidade quando quer, convenhamos, há prós e contras em relação a esse poder.
  • Horace -  O garoto de cartola que pode prever o futuro através dos sonhos, essa é uma habilidade um tanto interessante, porém ao mesmo tempo em que deve ser super bacana conhecer o futuro, talvez essa possa ser também uma informação angustiante.
  • Bronwyn - A menina que possui super força, está aí um poder interessante, embora tenha a aparência fisíca de uma criança, Bronwyn pode levantar objetos e pessoas extremamente pesados, mas acredito que essa não seria minha escolha de peculiaridade.
  • Hugh - O menino que possui abelhas dentro do estômago, essa habilidade é ótima para amedrontar o inimigos, mas só de imaginar abelhas dentro de mim já me bate um desespero.



Depois dessa listinha de poderes incríveis, acho que escolheria as habilidades de fogo de Emma ou o poder de criar fendas e manipular o tempo como a Srta Peregrine. E vocês? Qual habilidade escolheriam?


Beijos e até o próximo post!

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