Ever Bloom tinha uma vida perfeita: era uma garota popular, acabara de se tornar líder de torcida do principal time da escola e morava numa casa maravilhosa, com o pai, a mãe, uma irmãzinha e a cadela Buttercup. Nada no mundo parecia capaz de interferir em sua felicidade, o céu era o limite! Até que um desastre de automóvel transformou tudo em um pesadelo angustiante. Ever perdeu toda a sua família. Mudou de cidade, de escola, de amigos, e agora, além de todas essas transformações em sua vida, ela precisa aprender a conviver com uma realidade insuportável: após o acidente, ela adquiriu dons especiais. Ever enxerga a aura das outras pessoas, pode ouvir seus pensamentos e,com um simples toque, é capaz de conhecer a
vida inteira de alguém. É insuportável. Ela foge do contato humano, esconde-se sob um capuz e não tira dos ouvidos os fones do i-pod, cujo som alto encobre o som das mentes a seu redor. Até que surge Damen. Tudo parece cessar quando ele se aproxima. Só ele consegue calar as vozes que a perturbam tão intensamente. Ever não entende o porquê disso, mas é incapaz de resistir à paz que ele lhe proporciona, à sensação de, novamente, ser uma pessoa normal. Ela não faz ideia de quem ou o quê Damen realmente é. Sua única certeza é estar cada vez mais envolvida... e apaixonada.
SÉRIE:
Os Imortais #1
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AUTOR:
Alyson Noël
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EDITORA: Intrínseca
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EDIÇÃO:
2009
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CONCEITO:
4 estrelas
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PÁGINAS: 264
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Narrado em primeira pessoa, Para Sempre, primeiro volume da série Os Imortais, escrito por Alyson Noël, conta a história de Ever Bloom, uma adolescente que tinha tudo o que qualquer garota de sua idade pudesse desejar: beleza, popularidade e um namorado lindo. Porém após o acidente que matou sua família e a deixou inexplicavelmente viva, Ever tem sua vida jogada de pernas para o ar. E tudo parece piorar quando vai morar com a tia Sabine, e começa a ouvir pensamentos alheios, ver auras e saber o passado das pessoas com um simples toque.
Tive o que as pessoas chamam de “experiência de quase morte”, ou EQM. Acontece que as pessoas estão erradas. Podem acreditar, não houve nada de “quase” no que me aconteceu. (pág. 15)

