
Livro: Mortos não contam segredos
Autor(a): Karen M. McManus
Editora: Galera
Páginas: 352
Adquira: Amazon
Livro cedido através da parceria com a editora
O segundo romance ainda mais irresistível da autora best-seller de Um de Nós Está Mentindo. Por trás das cercas brancas e dos gramados perfeitos da pacata cidadezinha de Echo Ridge, há segredos de natureza obscura. Ellery conhece as histórias a respeito da cidade natal de sua mãe e sabe que ali garotas desaparecidas não voltam para casa. Cinco anos atrás, a rainha do baile foi assassinada e o culpado jamais foi preso. Sua tia também foi uma das vítimas quando ainda era adolescente, mas a mãe pouco fala sobre isso, preferindo mascarar o luto com bebidas e remédios. Quando o vicio culmina em uma internação na clínica de reabilitação, Ellery e seu irmão gêmeo, Ezra, se mudam para a casa da avó em Echo Ridge e passam a testemunhar em primeira mão a sinistra fama da cidade. Antes mesmo do inicio das aulas, novas ameaças surgem em forma de pi-chações. Alguém deixa bem claro que a temporada de caça às rainhas do baile está aberta, e o nome de Ellery surge entre as possíveis vítimas. Poucos dias depois, outra garota desaparece e, des-ta vez, Ellery está determinada a descobrir quem está por trás de tudo isso. Mas quanto mais a menina se envolve com os segredos dos moradores, mais se põe na mira do responsável pelas mortes. Ellery está prestes a descobrir que segredos são perigosos, e é por isso que, em Echo Ridge, é melhor guardá-los para si.
A pequena Echo Ridge é quase tudo o que esperamos em uma cidade pequena, exceto por seu curto histórico de assassinatos brutais. Ellery está ligada a primeira vítima e a falta de respostas décadas depois a deixou aficcionada por inquéritos policias. É a primeira vez que ela e seu gêmeo passaram um tempo considerável na cidade e o 'time' não poderia ser mais exato. ⠀
Um novo ano letivo, um novo baile de boas vindas, três novas rainhas anunciadas e um assassino de volta a ativa. Ameaças públicas começam com pixações e vandalismo, mas sem que nenhum suspeito seja identificado. Até que uma delas está desaparecida e cada hora que passa, parece ser tarde demais.

