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Bruna Vieira está cada vez mais longe dos quinze, e sabe que crescer nunca é tão simples. Considerada uma das blogueiras mais influentes do mundo, mais uma vez ela dá vazão ao seu talento como escritora com este seu novo livro de crônicas e pensamentos, em que mostra o quanto amadurecer e conquistar a independência é maravilhoso, mas tem seus desafios e poréns. A garota do interior que usa batom vermelho e que realizou seus maiores sonhos continua inspirando adolescentes de todo o país. Para ela, as páginas deste livro significam o bater de asas das borboletas que colecionou dentro do peito por algum tempo e que agora, finalmente, pode deixar que voem livres por aí.
SÉRIE: Volume Único
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AUTOR: Bruna Vieira
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EDITORA: Gutemberg
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EDIÇÃO: 2014
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PÁGINAS: 152
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CONCEITO: 5 estrelas
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A Menina que Colecionava Borboletas é o terceiro livro da autora e blogueira Bruna Vieira, que após sair de casa aos 17 anos no interior de Minas e vir morar sozinha em São Paulo para realizar seus sonhos, só vem conquistando cada vez mais espaço no mundo literário. Neste terceiro livro repleto de crônicas, Bruna nos permite entender um pouquinho mais sobre seu dia a dia e acompanhar seu amadurecimento pessoal, profissional, e o amadurecimento em sua escrita, que podemos identificar claramente através das experiências vividas pela autora e citadas em seu livro.
Não existem garantias ou promessas que durem para sempre. Precisamos continuar lutando por aquilo em que acreditamos. Já dizia o Pequeno Príncipe: “Tu te tornas responsável por aquilo que cativas”. (pág.27)
O texto é repleto de metáforas e lições de vida que nos
deixam pensativos em relação às escolhas que temos feito para nossas vidas. É
como se fosse um bate papo da autora com o leitor, onde Bruna com apenas 19
anos nos mostra que é preciso olhar em volta e ver para onde queremos ir e para
onde realmente estamos indo, e é verdade, eu fiquei extremante pensativa em
relação aos temas abordados no livro, pois vivemos em uma sociedade
extremamente hipócrita, onde os princípios são conturbados e os valores
distorcidos, e as vezes agradar aos outros e nos anular parece mais
correto do que fazermos o que realmente acreditamos.

